domingo, 31 de agosto de 2008

Folclore no ceú - o capitão

Fotos: créditos para Jornal dos Sports


Três dias depois da morte do ex-zagueiro Moisés, lá se foi mais um campeão do primeiro título brasileiro conquistado por um clube carioca. Desta vez foi Alcir Portella, ex-treinador e funcionário do Vasco, ex-cabeça de área e capitão do time campeão brasileiro de 1974. Na noite desta sexta-feira, 29/08, ele veio a falecer vítima de câncer de próstata, aos 64 anos, no Rio de Janeiro. Nascido em 9 de maio de 1944, Alcir Pinto Portella Prates foi o terceiro jogador com maior número de partidas disputadas pelo Vasco - 508 jogos no período entre 1963 e 75. Se dedicou ao clube de forma inconteste. Além do Brasileiro de 74, foi campeão carioca em 70.Foi um dos responsáveis pelo sucesso de Roberto Dinamite no futebol, como maior conselheiro em campo e grande amigo fora dele. Após pendurar as chuteiras, permaneceu ligado ao clube de seu coração, o Vasco, por mais de 20 anos. Assumiu diversas vezes o cargo de treinador do clube de forma interina. Era um "quebra galho", mas foi demitido em 2005 durante a gestão Eurico Miranda, de forma absurda, desumana e incoerente, por não concordar com o que se passava dentro do gigante da colina.. E nunca escondeu a sua mágoa com o afastamento. Em junho passado, ao ganhar as eleições para a presidência do Vasco, Roberto Dinamite dedicou a vitória ao ex-companheiro de clube, que lutava contra a doença há oito anos. Alcir era casado e pai de duas filhos. E tinha grandes ligações, também, com o mundo do samba. Advindo de Madureira, o capitão Alcir, como gostava de ser chamado, era compositor e componente da diretoria da escola de samba Portela, uma de suas paixões. O mundo do samba fica um pouquinho mais triste e o futebo está de luto. Em particular, os vascaínos. Agora, Alcir se junta ao time dos"meninos do ceú" e será o capitão para segurar o Moisés, acalmar o Garrincha, rolar a bola macia pro Heleno de Freitas e orientar o time divino. Que Deus o tenha na maior serenidade e paz.Nós, aqui de nosso cantinho, fazemos a nossa humilde homenagem.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O galã na colina!


Crédito: Leandro Marins/site oficial do Vasco

È, e realmente parece que as coisas andam mais lights pelo Vasco. Parece que a saída de Eurico abriu as portas do clube, não só para a imprensa, mas para a sociedade num todo. O clube anda mais democrático, mais organizado e me parece ter mais responsabilidade fiscal em cima da sua administração. Dinamite parecem não esta disposto a fazer loucuras para ter novos reforços e está agindo com cautela. Ser prudente não significa ser omisso ou aceitar as coisas de modo passivo. Paciência é virtude, é sabedoria. Já diziam os orientais. Ontem duas novidades: o clube voltou a se acertar com a CBF, após anos de brigas, vai fazer uma pré-temporada na Granja Comary e no próximo ano mandar os clássicos na sua casa, São Januário. Aliás, no RJ, é o único que pode se dar ao luxo de dizer: eu tenho um estádio. Os outros ou são arrendatários ou alugam pra jogar. Que pena.
A outra novidade fica por conta da presença ilustre do vascaíno Rodrigo Santoro, ator global e de Hollywood. O galã brasileiro, vascaíno confesso e apaixonado pelo clube da cruz de malta, deu o ar de sua graça pela colina e aproveitou para falar de sua paixão pelo Vasco da Gama: "Carrego essa cruz no peito (apontando para a Cruz de malta) desde pequeno. Sempre fui aos jogos, sou muito fã do Dinamite, do Romário e do Edmundo, mas tenho uma admiração e um carinho imenso pelo Carlos Germano. Uma figura muito humana, uma pessoa calma e ponderada que foi um dos ícones de nossa maior conquista, a Libertadores de 1998. Gravar aqui no Vasco é um sonho para mim. Visto essa camisa com amor."
Escolhido para representar o craque Heleno de Freitas na tela do cinema, o ator foi a grande atração da manhã desta quinta-feira, em São Januário. Santoro, que vestiu camisa 10 do clube, bateu bola e correu ao redor do campo com o uniforme do clube. Tudo pelo personagem, que além de talentoso era extremamente brigão. Uma espécie de Edmundo dos anos 40. Tendo destaque maior pelo Botafogo, a curiosidade é que o antigo craque só foi campeão no Vasco, quando ganhou o Carioca de 49. Jogador de seleção, ele foi convocado 18 vezes e fez 15 gols. Heleno de Freitas, nasceu em Minas Gerais e era conhecido pelo apelido de Gilda, personagem da atriz norte-americana Rita Hayworth em filme do mesmo nome. Diz, meu coroa, que ele "rodava a baiana" e que os adversários o provocavam "passando a mão" nele durante os jogos, pois sabiam que ele reagiria, se descontrolava e não rendia. E que o cara jogava pra dedeú. Uma baita história, que esperamos que seja muito boa na telona também. Pelo menos o astro principal é muito bom ator. E vascaíno, viu Thiago Bastos, Felipe Souza e Vítor Costa? Tá dito!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A dura vida de um repórter!

Galera, existem coisas que fogem ao seu rumo natural de ser. Vejam esses vídeos e me digam: não são engraçados? Coitadinhos de nosso colegas jornalistas, que no exercício da profissão, pagaram esses micos, esses verdadeiros orangotangos.Tudo pela notícia, e o pior ao vivo e a cores. Parece pegadinha mas não é, linkem aqui: http://xpock.tv/play.php?vid=828 e depois me digam o que vocês acharam. Sem noção, hilário demais!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Bendita seja a Garota de Ipanema!




Recebi esse email, coisa muito interessante, sugiro inclusive um estudo de caso.


Garota de Ipanema é a segunda música mais tocada no mundo. Só perde para Yesterday, dos Beatles. E pelo que tenho percebido nas rádios, logo, logo, também fica atrás de Umbrella, umbrella, umbrella. A principio, isso parece motivo de festa e júbilo. 'Nossa, mas que orgulho para o nosso país'. 'Nossa, o Tom e o Vinícius levaram o nome do Brasil para o planeta inteiro'. 'Nossa, e a pedalada do Robinho?'. 'Nossa, o Brasil é mesmo maravilhoso'. 'Nossa, e o rebolado da Carla Perez?'. Tá, muito legal. Eles fizeram um bem danado para o país. Mas, definitivamente, não para os cariocas. É por causa desse sucesso estrondoso que nasceu um dos maiores infernos do Rio de Janeiro: a marra das cariocas. É claro, a menina sabe que a sua fama de monumento foi parar até em Omski e Dudinka. Normal. Elas se enchem de orgulho e auto-estima. E tome gordinha de tamanco dando toco em Búzios, tome 0x0 no Baixo Gávea. Tome vodka com RedBull pra dar uma levantada e tentar mais uma. Foi por causa do doce balanço a caminho do mar que passamos tantos carnavais em Pompeu, Juiz de Fora, Lambari. Na boa, o que leva alguém a sair do Rio de Janeiro, passar pela Urca, por Ipanema e pensar. Uhuuuu, vamos pra Lambari. Chegando vamos direto pra aquela praça onde tem umas caixas de som no poste. Porra, na boa. Por um lado, é bom, porque que os cariocas passam a conhecer mais o país e até o próprio Rio. Incluindo aí os seus espaços mais sórdidos: Rio Sampa, Excentric, Choperia Tropical, 'Mariozinho'. Tem o primo de um amigo meu que já foi mais de 5 vezes `a Coqueluxe. Tá bom, tá bom, fui eu. E foram mais de 10 vezes. Mas não vem não, que seu namorado também já foi lá. O pior é que a música mais famosa do país não é apenas uma ode `a mulher carioca. É uma ode ao toco dado pela mulher carioca. Aí, fica fácil, né, recebe elogio e ganha musiquinha pra vir e passar, pra deixar o cara tão triste, tão sozinho. Tá explicado. Por favor, não que o Rio não tenha mulheres absurdas e tal. O problema é com a relação geográfica. Aquela gata da faculdade que você sonhou e vida toda e que só ficava com aquele cara fortinho, de camisa meio desbotada da Osklen, que chegava de bicicleta na praia e tocava Jorge Ben no violão - então, esse mesmo. Ou aquela outra que você pirou o colégio todo e que só ficava com aquele cara fortinho, de camiseta meio desbotada da Osklen, que chegava de bicicleta na praia e que estava aprendendo a tocar Jorge Ben no violão - então, esse mesmo. Nunca foi impossível ficar com elas. Impossível era ficar com elas no Rio. Porque no Rio, todas acham que têm um pouco de Helô Pinheiro. Ai, inventam a festa do Castelo em Itaipava. Itaipava! E a festa a fantasia de Teresópolis. Teresópolis! Lá pode, né? Não é Rio. Pagou pedágio pode. Ok. Carnaval em Salvador então. Que maravilha. Ê ô, ê ô, que bom, você chegou. Bem-vindo a Salvador. E no fundo, Tom e Vinicius são os incentivadores e, por que não, empreendedores de diversos segmentos da economia de nosso balneário. Tenho certeza de que a Garota de Ipanema não malhava na A!academia. Nem tinha feito aplique, nem comia salada no Doce Delicia. É a busca pelo helopinheirismo que impulsionou o crescimento e os investimentos em todas as áreas relativas `a estética. Tanto a feminina como a masculina. Porque o Rio de Janeiro é a única cidade do mundo onde esquisito é quem não malha. Malhação é um ciclo. As vezes de decaderabolin, às vezes de winstroll. As mulheres, por serem cariocas e, portanto, dificílimas, começam a malhar para se diferenciarem e entrarem na categoria impossíveis. Os homens, como o número de impossiveis aumenta, malham sem parar, tentando transformá-las em 'quem sabe um dia'. E assim, cria-se também o maior número de caras mestres na conquista (expressão amplamente empregada por meu avô) do país. Quando o assunto é a paquera (essa foi piada, sério), crescer no Rio é treinar no BOPE, e sentir que quando você chega em outra cidade, todos são guardas municipais, daqueles que andam de bicicleta na Lagoa. Você, de escopeta e caveirão. Obviamente, é caveira, meu capitão. Esse é o momento de elevação do carioca. O jogo fora de casa. Que bonito ver a bola rolando assim, redondinha. Sem defesa, sem barreira, sem falta. O futebol moleque. E é nessa hora que, sofrido, você resolve agradecer pela segunda música mais tocada do mundo. No fundo, ela cumpriu uma função muito maior. Ao tentar deixar os cariocas prontos para as cariocas, acabou deixando os cariocas prontos para o mundo.
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Te contar, tomar toco de gordinha marrenta de tamanco no Baixo Gávea é a coisa mais normal do mundo, agora é fato que se essa mesma gordinha baranga de tamanco estiver no carnaval de "Piúma-Iriri-Guriri-Sucuri-Jabuti-Esqueci" torna-se presa fácil! hahahahahahahaahahaha
Saudações alvinegras!

Futebol - Folclore no Ceú


E lá se vai mais um pra seleção de Papai do Ceú. Vai se juntar a Garrincha, Almir Pernambuquinho, Jorge Mendonça, Orlando Lelé e tantos outros craques que fizeram sucesso não só em campo, mas fora dele. Seja pela vida distinta ou pelas polêmicas declarações. Ontem, foi pro andar de cima, Moisés, ex-zagueiro de Flamengo, Botafogo, Vasco, Corintians, Fluminense, Portuguesa e Bangu. Aos 59 anos, o xerife, como era chamado, sofria de câncer no pulmão. Tabagista e boêmio convicto, ele desafiava técnicos e atletas desfilando seus cigarros após os treinos. E não negava que bebia a sua cervejinha após os jogos. Amante do carnaval, fundou o tradicional "Bloco das Piranhas", no RJ. Técnico de sucesso em muitos clubes cariocas, ele chegou a levar o Bangu ao vice campeonato brasileiro de 1985. Enquanto jogava, ele dizia:"Zagueiro que se preza, não ganha o prêmio Belfort Duarte". E ele fez fama como zagueiro que se impunha não só pela classe e técnica, mas principalmente pelo vigor fisíco e chutões. Chegou a seleção brasileira, pelas maõs de Zagallo, em 1973. Foi campeão brasileiro em 1974 pelo Vasco e titular na campanha histórica do Corinthians, campeão em 1977, depois de longa fila de espera. Muitos atacantes temiam o enfrentar, como disse Dé, o aranha: " Se ele jogava pelo lado direito de sua defesa, eu ficava do outro lado. Se ele vinha pra cima de mim, eu já pulava e simulava falta. O juiz sempre ia na onda e dava cartão para ele." Que Deus o tenha. ele que se dizia o "Richard Gere tupiniquim" irá agora treinar o time lá de cima. Aqui fica a nossa singela homenagem a um personagem de um futebol, de um tempo, que não volta mais. Quando se tinha paixão pelo clube em que se jogava, quando jogador não era mercadoria na mão de empresário e suava para ganhar o bicho da vitória do seu clube, não para se vender para o exterior. Um futebol nostálgico e romântico, que infelizmente não se vê mais. Um futebol de raça e valentia por amor a camisa e não ao dinheiro.

Ah, em tempo: Ganhava o Prêmio Belfort Duarte, o atleta que não tivesse sido expulso no decorrer de sua carreira. Esse o Moisés não levou...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Túnel do Tempo - Há 10 anos, o bi da América




Alguém por um acaso se lembra o que estava fazendo na noite de 26/08 a 10 anos atrás? Provavelmente não!Pois é... eu me lembro como se fossem há 10 minutos atrás. A noite estava linda o céu estava estrelado, os bares cheios. Era uma quarta-feira e eu estava em minha casa com minha família...por volta das 21:45 começou aquele espetáculo que todos já sabiam o final, mas nem por isso deixou de ser emocionante. Era o episódio final de uma saga, uma peça que teve 14 atos, mais vou me prender somente aos 3 últimos, pois eles resumem tudo.Isso porque tivemos a valentia dos gladiadores naquela que ficou conhecida como a "batalha monumental" e com um golpe certeiro nosso Rei Juninho, que derrubou o gigante River(o gol da música do caldeirão: "gol do juninho - monumentaaaaal"). À partir daí, tive a certeza da conquista da América, afinal ela já se mostrava iminente, aí vieram os 2 últimos atos e a confirmação de que o almirante navegava soberbo e conquistava a América pela segunda vez! E, eu me lembro que a explosão de alegria por toda a cidade foi imensa e desde que o nosso pantera Donizete marcou o 2º gol, à milhares de km de distancia lá em Quito, até a volta de de nosso gladiadores, tudo era festa.E que festa! Mais uma vez conquistamos a América e dessa vez tiramos onda, e desfilamos pelas ruas do RJ, inclusive ,passando na porta de adversários como Flamengo,Fluminense e Botafogo até chegar em São Januário.
Parabéns! Vascão pelo 2º titulo das Américas.Eu tenhoduas, vocês não têm!

*A face oculta de um semideus...



E não durou mais do que três jogos a relação entre Cuca e Dodô no Fluminense. O técnico anunciou agora pela manhã que o atacante está liberado para seguir sua vida em outro clube. O jogador já acertou a rescisão de seu contrato com o coordenador Branco e o presidente da patrocinadora. A tendência é que ele, a exemplo de Morais, acerte sua transferência para o Corinthians e jogue a Série B. Isso, é claro, se a Corte Arbitral do Esportes (CAS) não o suspenda pelo uso de femproporex, em 2007. O resultado, segundo o advogado Marcos Motta, que o defende, deverá ser anunciado até o dia 30, agora. O roteiro nada positivo que Dodô desenvolve para sua carreira não combina com seu talento. Se dentro de campo, desde os tempos do São Paulo, Dodô é a imagem do craque, elegante e estiloso. Fora dele, desde que se aventurou por clubes afora, é também a imagem do descaso e da indolência. Seu grande erro, em minha modesta visão, foi ter aberto mão da manta protetora de ídolo alvinegro. Há algum tempo, na redação do Jornal do Brasil, ouvi de Oldemário Toguinhó uma tese marcante. _ O ídolo tem mais força que o presidente do clube. Com o ídolo não se mexe _ disse-me, o saudoso. E é verdade! Oldemário tinha razão. O ídolo é, quase sempre, imagem personificada da instituição. Por ele a torcida se estapeia, os dirigentes se superam e a meninada se transforma. E deste poder mágico, sem receita, com explicação variada, e obtido de tempos em tempos, Dodô abriu mão. O tinha, como um semideus no Botafogo, mas o perdeu ao transpor os portões de General Severiano. Perdeu ao virar às costas para a idolatria, ao ignorar seus orfãos, ao se lixar para a proteção que recebera. Ao se transferir para o Fluminense, Dodô passou a ser apenas um atacante tão talentoso, quanto oscilante; tão virtuoso, quanto personalista; tão cheio de encantos, quanto de problemas. Na verdade, sem o manto da idolatria, pôde-se se perceber a face oculta de um semideus.


* Texto retirado do blog do Gilmar Ferreira - Jornal Extra
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Só tenho uma coisa a dizer para este rapaz: "Chora, não vou ligar, chegou a hora, vai me pagar..."

Saudações alvinegras!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Bizarrices Olimpícas!

Cara dia de Maldia Futebol Clube, na rádio Fluminense AM 540,é assim. Uma loucura total! E toda segunda é um corre-corre danado...é roteiro, é música, é notícia, é bizarrice. Quem for aqui do RJ, por favor, das 21`as 23 horas, ligue seu radinho e sintonize a gente. Quem não for, em breve, a gente estarpá disponibilizando no site:www.malditafutebolclube.com.br, o que rolou por lá, em um arquivo de aúdio para download. Lá vale tudo, como diria Tim maia, só não vale dançar homem com homem...
Olimpiadas também é bizarrice. O sueco Aran Abrahamian, insatisfeito com os juízes da luta da semifinal contra o italiano Andrea Minguzzi, após vencer a disputa do bronze jogou sua medalha no chão e foi embora. A imagem rodou o mundo, pois todos querem uma medalha olímpica. Detalhe: seu algoz italiano faturou o ouro.O sueco foi banido para sempre de Olimpíadas.


Já o cubano Angel Valodia Matos fez pior, após ser desclassificado na disputa do bronze na categoria pesado do taekwondo. Ele não teve dúvida: deu um chute na cabeça do juiz, que acabara de eliminá-lo. O juiz saiu sangrando. E o lutador e seu técnico foram banidos de todas as competições internacionais. Faltou espírito esportivo. Fácil falar né?rs
Outra ação inusitada ocorreu com o canoísta espanhol David Cal, prata no C1, que vomitou durante a cerimônia de premiação. Mas não foi nenhum protesto: ele passou mal pelo ritmo forte da prova. Vai ver ele sofre de bulimia(essa foi sem graça), ou então comeu cachorro antes da prova.
Os brasileiros além da queda do cavalo na prova de hipismo, sofreram com o sumiço da vara da Fabiana Muher. Ela tem que surtar mesmo, pois ficar sem a vara é grave. Tem gente dizendo que sumiu pela vila brasileira, afinal tinham tricolores por lá,atletas do bambi paulista e famosos ginastas querendo um consolo...rs...Quanta maldade, mas olha só o desepero da menina ao lado!

Ronaldinho Gaúcho levou mais de dez horas para dar uma mijadinha para o antidoping nas três vezes que foi sorteado. Mas, nas festinhas ele rapidinho vai ao banheiro.
E a programação musical não foi lá um primor: , com Terrasamba, Xuxa ("Ilariê") e a marchinha carnavalesca "Mamãe Eu Quero" tocando no ginásio de vôlei e vôlei de praia. Alô, Ricardo André e Felipe Souza, não pode deixar esses caras sozinhos não!

Outra parada: o que foi aquela dublagem da chinesinha na abertura dos jogos?Só porque acharam feia a menina que ia cantar, colocaram uma outra ajeitadinha...esse para mim foi o mico inicial, o mico de ouro e o mico de sempre da tal ditadura da estética. Lamentável! Perguntar antigamente não fofendia, mas hoje em ida...: Não dizem que as chinesinhas são todas iguais? Eis, então o mico de ouro!

domingo, 24 de agosto de 2008

Apito na boca

Será uma gazela, uma garça, ou uma bailarina? Seguindo fielmente o "Estilo Margarida" de soprar apito, antigo juiz que fez escola.Ele é gracioso, delicado e so falta as fitas para participar das próximas OLIMPÍADAS, na ginástica ritmica. Ele leva jeito. Tem muito juiz que quer se soltar assim também... dá uma sacada no vídeo que fala por si só. Esse cara parece que veio la da terra de Pelotas e adora apitar jogos do São Paulo e do Fluminense. Por qual motivo? Ganha uma balinha quem adivinhar...
video

sábado, 23 de agosto de 2008

PANACEA MUSICALIS - A música escrita no blog do Maldita...



O PRIMEIRO DISCO A GENTE NUNCA ESQUECE
por Ricardo André

Não lembro quantos anos eu tinha. Talvez uns seis, no máximo oito, o que corresponderia ao ano de 1984 ou 1986, por ali... Lembro-me de ter admirado o KISS, que passou pelo Brasil em 83. Aquelas caras pintadas aliadas ao som “diferente” exerceram em mim algum tipo de fascinação.

Bom, estamos então nos idos de 1984 e eu era apenas uma criança que gostava de brincar de playmobil. Um dia entra no quarto um cara dizendo que tinha um presente pra mim. O cara era o então namoradinho da minha irmã: “Ricardão, esse é pra você!”

Parêntese. Como toda criança, eu adorava ganhar presentes. Eu gostava tanto, que pedia pra minha mãe embrulhar os brinquedos antigos em papel de presente e me dar de novo. Várias vezes. Era sempre aquela emoção! Fecha parêntese.

Dessa vez o presente não era um playmobil. Era um disco. Fosse um CD, o episódio não teria o mesmo impacto, ainda mais com aquela enorme capa sangrenta (imagem). “If You Want Blood, You Got It” – AC/DC. Lembro do cheiro peculiar daquele disco. Estaria mentindo se dissesse que o coloquei pra tocar na hora e me apaixonei de imediato pelo som daqueles poderosos riffs de guitarra, mesmo porque eu era proibido de mexer no som - um 3 em 1 da Polyvox – mas a lei foi feita pra ser quebrada. Até então a trilha sonora de minha infância solitária (sem qualquer pieguice – sou temporão, meus irmãos são 11 e 12 anos mais velhos) era composta pelas músicas do Balão Mágico.

É. Um dia, porém, eu peguei a bolacha e botei pra tocar. Antes desse disco, eu nem ligava pro som, ouvia os discos da musa Simony e olhe lá. Depois dele, contudo, passei a fuçar os discos dos meus irmãos em busca daquele som diferente (agora sem as aspas). O critério de seleção era inocente: a capa. E a partir daí eu já não “tinha” mais só os discos do Balão Mágico.

Valendo-me desse critério precário (mas, de certa forma, eficaz em se tratando de rock and roll) topei com "Uns" (é ver a capa e descartar) e uns outros do Caetano Veloso, coletâneas de Nelson Gonçalves, discos de cantoras que iam de Amelinha a Maria Bethania, mas também com coisas de raro apuro, como Camisa de Vênus e Black Sabbath!

Certo. Todos vão concordar que, se o critério de seleção era a capa, impossível não ficar magnetizado pela de Sabbath Bloody Sabbath¹, assim como fiquei quando ganhei de presente aquele disco que mostra Angus de gravatinha perfurado pelo braço da guitarra. Do outro lado, na contracapa², o guitar hero de bruços com o mesmo braço de guitarra fincado em suas costas, deixando ver que o instrumento transpassara seu corpo. Igualmente sinistra é a contracapa³ desse disco do velho Sabbath que a exemplo de "Blood" também dialoga com a capa.

“Sabbath Bloody Sabbath”, quinto disco dos pais do metal, além das já citadas capa e contracapa, além da faixa título traz pérolas como a romântica (só na letra) Sabba Cadabra, que conta com a participação do tecladista Rick Wakeman, do Yes, apesar da faixa não passar nem perto do que se costuma chamar de rock progressivo.

“If You Want Blood, You Got It” – AC/DC, apesar de ter sido o meu primeiro disco, foi o último disco com Bon Scott (me amarro no Brian Johnson, mas o Bon é melhor – perdoado o trocadilho) e reune músicas dos primeiros discos da banda australiana num show gravado em 30 de Abril de 1978, em Glasgow, Escócia. Destaque para The Jack, quando Scott pergunta à platéia: “Any virgins in Glasgow?”, isso é a cara do AC/CD. Enquanto o disco novo não sai – Black Ice tem previsão de lançamento para o dia 20 de Outubro deste ano – ouçamos os clássicos dessa fantástica banda.

O primeiro disco a gente nunca esquece, ainda mais quando ele abre as portas para um mundo novo. Consciente ou não, aquele cara - enxadrista de mão cheia e, se não perverso, no mínimo capcioso - acendeu o pavio e o rock and roll passou a morar lá em casa. Volumes ainda tímidos, pra não esculhambar. Mas algum vizinho pediria pra aumentar...

1. http://www.truemetal.org/metalwallpaper/images/sabbathbloodysabbath.jpg
2.
http://www.headbanger.us/gallerie_a/bilder/acdc_if_you_want_blood_back.jpg
3.
http://www.sabbath.se/Bilder/cd/sabbathbloody_uk_cmtcd028_back_big.jpg

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Que saudades do Pan - Parte 3


E aí galera!!! Estamos de volta, eu e meu amigo -Min Chu Pam- que agora que acabou a natação está na “bolha” pegando aquele bronze. Falando em bronze, quem diria que esta medalha pouco valorizada no mercado virou motivo de “alegria”. E pior que muitos “favoritos”, nem isso ganharam. Aí vem aquela velha pergunta: O que faltou na hora “H”? Será que é falta de dinheiro, apoio, ou Galvão é um pé-frio?Ou será que o Lula Também o é? Não existe explicação, se as exceções como César Cielo e Maurren Maggi chegaram ao topo do pódio, por que os outros não puderam? O pior de tudo é que o vexame brasileiro é uma marca histórica, se as seleções de vôlei de quadra vencerem nas finais ficaremos a uma medalha do nosso recorde que foram as 5 em Atenas. Parafraseando ...“ É amigo!”, daqui a quatro anos tem mais, o nosso Brasil nunca foi tão “amarelo”! Min Chu Pan que o diga...

Cariocas em ascensão

Lúcio Flávio e Wellington Paulista vibram com o Fogão!

Fotos:Lancenet!
Toró vibra com seu gol contra o Grêmio
Washington agradece pela recuperação do Flu
Alex Teixeira em ação no jogo com a Lusa
E parece que as coisas finalmente voltam a caminhar no futebol carioca. Há muito tempo não se via 100% de aproveitamento dos clubes em uma rodada. Foram 4 vitórias e todas elas expressivas. A começar pela Botafogo quarta, no Engenhão, em partida contra o Cruzeiro. Venceu por 1x0, com choradeira mineira e tudo. Mas, o que vale são os três pontos e a chegada ao terceiro lugar. Ney Franco embalou a oitava vitória do Fogão seguida. Ainda na noite de quarta, o Flu 100% de Cuca, enfim, se reabilitou no Brasileirão 2008. Com uma boa vitória sobre o Naútico, nos Aflitos, por 3x1, com três gols de Washington. Sendo dois deles de falta. E o coração valente parece que irá brigar pela artilharia, já que chegou aos 11 gols. Resta saber se essa reação sera paliativa ou se será consistente, ainda mais com o retorno dos Thiagos após o turismo em Pequim. Pela primeira vez o tricolor, saiu da zona de rebaixamento. Já na quinta, os dois maiores clubes do estado pegaram duas pedreiras: o Flamengo recebeu o Grêmio no Maraca e teve muitas dificuldades para emplacar um 2x1. O clube carioca quebrou uma sequência invicta de 12 partidas do time de Celso Roth, a grande surpresa do campeonato até aqui. E deu novo ânimo na disputa na parte de cima da tabela, diminuindo a vantagem dos gaúchos em relação a Cruzeiro, Botafogo e São Paulo. Além disso, manteve o rubro-negro a dois pontos do G-4. O outro jogo de quinta foi Portuguesa e Vasco, em Santa Brabara D'Oeste, interior paulista, cidade natal do medalhista de ouro, o nadador César Cielo que foi homenageado pelos dois clubes com o recebimento de camisas personalizadas e deu o pontapé inicial na partida. O Vasco, assim como o Flu, obteve sua primeira vitória fora de casa, em um lance muito bonito do garoto Alex Teixeira.Parece que sob o comando de Tita, ele mostra que realmente poderá vir a ser um craque, no futuro. A vitória confirma a boa fase do cruzmaltino e a evolução do time, que já mostra um padrão tático e a cara do novo treinador. Como resultado, o clube subiu para a décima terceira colocação, se afastou da zona da degola e começa a pensar em novas possibilidades dentro do campeonato. Um presente para sua torcida, no dia do aniversário do clube. Algo mais próximo e a altura de suas tradições. Seria essa rodada um prenúncio de recuperação dos clubes cariocas na competição ou um fato isolado? Deixo aqui a pergunta para análise e reflexo de todos vocês, leitores e amigos do Blog do Maldita FC. E lembrando: Hoje é dia de coluna do MFC, no jornal "O Fluminense". Todas as sextas, numa banca próxima a você , aqui no Rio de Janeiro. Ou na internet em: http://www.ofluminense.com.br/, clica lá em colunistas e depois em Maldita Futebol Clube. Vai lá e se distrai com nossos talentosos comentaristas. Mas, antes deixe o seu recadinho aqui nesse post.Valeu?

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A cruz de malta minha paixão

Foto: Ana Elisa- "Paixão de pai para filho"
Dizem que você escolhe o time quando criança. Eu nasci vascaíno. Meu coração bate no compasso do Vasco. Você cresce, amadurece, estuda, se casa, separa, briga, arruma amigos, inimigos. Mas nunca muda de time. O Vasco é o meu amor eterno, a minha suprema paixão só superada pelo amor da família. O Vasco de tantos craques. De todas as raças, de todos os credos, de todas as classes. De 109 títulos no futebol profissional em 110 anos. Da luta democrática dos trabalhadores e dos discursos históricos de Getúlio Vargas. O clube pioneiro de títulos brasileiros no exterior. Que muitos querem derrubar, mas não conseguem. Do primeiro presidente, ex-atleta no Brasil. O clube de Roberto Dinamite, nosso expoente mór, cuja o destino quis incumbir a ele o desafio de colocar o Vasco num patamar ainda mais elevado que os demais co-irmãos. Diz a frase: "Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal!" Que seja assim, pois os homens passam e a instituição fica. Parabéns Vasco, fica aqui o registro do âncora Leandro Carvalho, cujo amor pelo Vasco é imortal! O sentimento não para...Casaca!

Parabéns pra você - Vasco 110 anos de Glórias

Parabéns pra você que derrubou preconceitos e discriminações, que ajudou a constituir os direitos dos trabalhadores do Brasil. Parabéns pra você que já nasceu grande e inovador, que construiu a sua casa com os esforços de sua gente sem depender da ajuda de ninguém. E diga-se de passagem, que casa linda!!!Parabéns pra você, que mesmo com 110 anos se mantém jovem, moderno, atual e inovador, que se renova a cada dia,ganha mais adeptos para sua casa.E , saiba que seus seguidores são fiéis a ti, pois o sentimento deles não para, e tem amor por infinito dentro do coração: ou como eles gostam de cantar e gritar "De todos os amores, és o mais antigo, você é minha historia, minha vida, meu melhor amigo. Quem não ti conhece pergunta por que te seguir, respondo que carrego a Cruz de Malta no meu peito desde que nasci."E Eu não paro, não paro não, a Cruz de Malta meu coração, Vasco da gama, minha paixão, Vasco da Gama, religião"
Por você já chorei, e já sorri, já me irritei, e delirei. Já xinguei e vibrei, enfim já passamos juntos por muitos momentos bons e ruins, mas o importante é que nunca estaremos sozinhos pois precisamos um do outro. Esse amor recíproco só demonstra isso, pois nós precisamos de ti e o Vasco de todos nós, torcedores e seguidores da cruz de malta.

Parabéns pra você, Clube de Regatas Vasco da Gama, pelos seus 110 anos de glorias e conquistas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

VASCO ENTRE OS 15 NO RANKING DA FIFA

Vejam a notícia abaixo:

"Vasco da Gama entre os 15 no Ranking da FIFA"

Temos que reconhecer e bater palmas!!!
Parabéns aos Vascainos, fazer o que???
Aguenta coração!!!!! Vasco da Gama entre os 15 no Ranking da FIFA dos melhores times do mundo vejam a seguir:

1º. Manchester United (ING)
2º. Chelsea (ING)
3º. Bayern de Munique (ALE)
4º. Rangers (ESC)
5º. Barcelona (ESP)
6º. Roma (ITA)
7º. Liverpool (ING)
8º. Arsenal (ING)
9º. Boca Juniors (ARG)
10º. Internazionale (ITA)
384°. 15 de Novembro de Campo Bom (BRA)
385°. Vasco da Gama (BRA)
386°. 15 de Novembro de Piracicaba (BRA)

Eu não disse!!!!!!!
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Heróis ou Vilões?



Tempo de Esporte - Leandro Carvalho
Heróis ou Vilões?
Numa época marcada pela efemeridade, pela massificação e pelo domínio cada vez mais acentuado de uma ideologia impregnada de conceitos pré-estabelecidos, dentro de uma Indústria Cultural totalmente alienante, nos vemos diante de alguns disparates.
Seriam os nossos atletas, heróis por conseguirem obter resultados expressivos ou simplesmente vilões por não lograrem êxito ou mesmo não conseguirem se manter “top de linha” por muito tempo.
Muitos casos vêm a nossa mente, exemplos como os de Gustavo Kuerten, que num país totalmente sem tradição em seu esporte, o tênis, chegou a ser o número um e depois de uma série de contusões e depois amargou um período extenso de “maus resultados”. Cabe aqui a pergunta: E antes dele, o que eram “bons resultados?” Talvez uma ou outra participação de um tenista num grand slam, ou um brilhareco isolado aqui e ali.
A imprensa não perdoa. Será que aos milhões de leitores passa ao menos uma vez na cabeça, o esforço e dedicação deste esportista na busca do êxito? As horas longe da família, amigos, os sacrifícios físicos?
Muitos diriam que vale pena o sacríficio pelos dólares, milhares por sinal, mas alguém em sã consciência arriscaria assim como ele?Qual a garantia que ele tinha ,no começo, de que seria bem sucedido na carreira? Quantos e quantos não alcançam o sucesso e ficam no meio do caminho?
È por isso que atualmente há de se questionar e muito o papel da imprensa esportiva neste país. Somos um povo carente de vitórias, com dificuldades econômicas e sociais infindas e longe de serem sanadas e quando surgem fenômenos com Kuerten, Dayane dos Santos, os irmãos Hipólito, Jade Barbosa, Fabiana Muhrer,Thiago Pereira,os meninos e meninas do voleibol , Maurren Maggi e tantos outros, devemos exaltá-los, e muito. São raras exceções num país ainda sem identidade esportiva, ainda sem rumo e extremamente desigual. E anossa imprensa, a caça de manchetes e vendas, por muitas vezes execra e sufoca nossos atletas. Age com o momento. Porque não ficaram atrás do Hipólito durante o campeonato brasileiro de ginástica, quando muitos orgãos de imprensa e coleguinhas mal citaram os eventos? Por que não tem apelo´, é claro! Mas, quando "querem" cria-se o tal do apelo. Deixa algum deles se envolver em algum acidente ou em noitadas. È o famoso "fait-divers". Na tradução literal do Francês: fatos diversos. No jargão jornalístico, puro sensacionalismo. Pra mim beira a hipocrisia que cerca a nossa sociedade tão ávida por acontecimentos e novidades, mesmo que sejam a desgraça dos outros. Que coisa feia! Porque não ajudam e fazem campanhas para angariar incentivos fiscais de empresas particulares ou verbas governamentais para o esporte? Porque não há intyeresse, apresso-me a responder!
A lei Agnelo-Piva, que destina 2% da renda da loteria esportiva às confederações olímpicas, ainda é muito pouco. Quem são os presidentes das entidades?Como eles são eleitos?E mais, já que é o nosso dinheiro apostado que se destina aos mesmos, como eles aplicam essas verbas?Outra lei, essa de responsabilidade fiscal, deveria ser imposta as federações para mostrarem para onde essas verbas são destinadas, ou melhor, se os atletas estão realmente sendo beneficiados.
O que nos deixa estarrecidos, é que das 26 confederações beneficiadas, 13 sequer repassam um mísero real aos atletas!E olha que recebem entre R$350mil e R$1,4 milhão por ano.
Nos jogos pan-americanos, realizados recentemente, algumas entidades mostraram competência, como a de Ginástica. O investimento num centro de treinamentos em Curitiba e a verba destinada aos atletas foram fundamentais para o Brasil atingir pódios antes impensáveis.E o reflexo se estende até os expressivos resultados nos mundiais da categoria,onde em várias etapas nossos atletas se destacaram. E mais, colocaram o seu nome como Dayane dos Santos ao lado das grandes, como Nádia Comanecci, ao inscrever nos livros de Ginástica um novo elemento-batizado com seu sobrenome-composto de uma meia volta duplo mortal para frente carpado. Assim como Diego Hipólito no masculino também o fez.
Fica a pergunta: Será que eles iriam atingir esse estágio sem investimento governamental? Na contramão, o taekwondo nada destinou aos atletas e o seu resultado mostrou-se pífio. Diversos casos poderiam ser aqui enunciados, tanto positivos quanto negativos, mas a essência que fica é a de que em sua grande maioria, os atletas serão sempre heróis em um país como um nosso, carente de grandes valores e investimentos de base no esporte. Só uma lei Zico, Pelé ou Piva não basta. E a grande lição que podemos tirar do primeiro resultado pós - pan é a de que há uma necessidade de reavaliação do uso das verbas com uma maior fiscalização de seu destino, sob pena de vermos “dirigentes” diversos desfilando por aí, com casa em Angra, seguranças diversos, carros importados e curtindo a vida “numa boa”, às nossas custas.
As olimpíadas refletem em seu resultado o espelho do mundo. Países de economia “top” lideram o quadro das medalhas. Temos de ousar, ter uma política de investimento maciço em esportes. Tirar a criança das ruas socializando-a através da educação inclusiva no esporte. Usar os padrões do leste europeu como base. Fomentar a prática desportiva na escola. Educação Física é tratada com desdém pelo nosso educadores, que depois vem falar hipocritamente dos resultados de nossos atletas. Chega da era do “paitrocínio”. Cielo levou ouro porque foi para o exterior se desenvolver, ás custas dos pais. Temos problemas muito maiores do que esses para resolver em nosso país. Mas, num lugar propício a prática esportiva, como o Brasil. Cuja condição climática favorece e muito, o desenvolvimento físico e esportivo para a prática de esportes. E onde os políticos derramam rios de dinheiro em negociatas não custa a nós, enquanto imprensa bradar de seu cantinho, do alto de nossas poucas linhas, por maiores investimentos em nossos atletas. Não nesses que já estão por aí, na base do sacrifício. Mas, nos que estão a surgir, nas crianças com menos de dez anos. E fica um outro alerta, que falaremos no futuro: Não basta a lei Pelé ter acabado com o nosso futebol dando o ouro (os atletas) na mão dos bandidos (os empresários), estão acabando com os campinhos de várzea nas grandes metrópoles e com os clubes. Tudo em prol de uma desenfreada especulação imobiliária insana. Em Niterói, minha cidade, próxima ao Rio de Janeiro, mais quatro clubes foram vendidos para grandes construtoras. Não custa lembrar que, em sua grande maioria, esses clubes tiveram terrenos cedidos (obviamente de graça) pela união ou pelo estado pára fomentar a prática desportiva e social. E agora, como fica?Pelo menos registrado nesse cantinho fica. A nossa indignação!
E para você, quem é herói e quem é vilão no esporte brasileiro?Participe, debata, comente aqui nesse espaço democrático do Maldita Futebol Clube e mande e-mails para a nossa coluna no endereço: malditafutebolclube@ofluminense.com.br

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Min Chu Pam, alegre e feliz, paseando por Pequim

Estamos de volta, não tão felizes como meu amigo Min Chu Pam. Mas, com muitas novidades. Diego Hypolito caiu, a Jade Barbosa também caiu, até o cavalo Un Blanc de Blancs caiu. E o cavaleiro brasileiro Pedro Vennis, caiu. È amigos a coisa ta feia, tanto no individual quanto no coletivo, o basquete e o handebol já voltaram pra casa, o judô também com a marca histórica de 3 bronzes, a natação foi salva pelo Cielo e o atletismo nada. Não podemos esquecer de outras modalidades como tênis, remo, ciclismo e por aí vai uma infinidade de atletas que nem foram citados pela mídia brasileira. A gafe nacional mais recente ficou a cargo do sumiço da vara, e não foi a dos chineses, Fabiana Muhrer que competia na modalidade sofreu com o sumiço do seu instrumento de trabalho se descontrolando e fazendo uma apresentação abaixo de sua capacidade, sendo mais uma a voltar p/ casa. Quem pegou a vara da Fabiana? E assim continuamos sofrendo e torcendo, vamos alcançar nossos rivais como Eslováquia, Zimbábue, Mongólia e Cazaquistão. Eu acredito!

Pra divertir um pouco

Lembtrando nosso velho Chico Anísio e seu intragável Coalhada e os créditos ao site: www.humortadela.com.br


Vascaíno com uniforme = Aproveitendo o bom momento


Tricolor com uniforme = Clássico


Flamenguista com uniforme = Porteiro


Botafoguense com uniforme = Velho esportista





Vascaíno com arma = Não existe


Tricolor com arma = De quem?


Flamenguista com arma = Corre que tú vai dançar se estiver por perto


Botafoguense com arma = Carregando os brinquedos dos netos


A gente também copia o que "os outro "cria"


Tem gente que quer sorrir e não pode,tem gente que pode e não sorri. E outros simplesmente podem, mas não deviam sorrir. Talvez com exceção da Madonna, esse seja o caso dos gabaritados acima. È com a gente diz: "Boca fechada não entra mosca". E nesses casos se abrir entra por todos os lados. Sensacional idéia, repaginada aqui, do blog Inutilidades:http://inutilidades-jds.blogspot.com/ Que está, desde já, recomendado como leitura "obrigatória" aos amigos deste espaço.
O mundo é tão fashion e a ditadura da estética é tão grande, que surpreende essas celebridades tão descuidadas tendo tanto dinheiro para se cuidarem. TODOS SABEMOS QUE MAIS DO QUE ESTÉTICA, DENTE É SAÚDE!Alem de inadmissível do ponto de vista médico, é de espantar que os empresários desses artistas não tenham dado um puxão de orelhas na galera. seriam problçemas psicológicos ou o botão do, desculpe o termo, foda-se deles está ligado? È vergonhoso o desleixo da rapaziada:
Confira a lista dos sorrisos mais feios do Mundo :
10. Keith Richards: Com 64 anos nas costas e mais de 40 devotados ao rock'n'roll, Keith Richards acumula também uns 35 anos de consumo constante de narcóticos. Pela napa dele, até as cinzas de seu falecido pai viraram barato. E o incansável roqueiro continua fazendo turnê, cheirando todas, e até escalando árvores (lembra quando ele caiu de um coqueiro nas Ilhas Fiji em 2006?). Mas com esse buracão no lugar dos molares, duvido que ele consiga mastigar o bife sola-de-sapato da tia da cantina do Fonseca. Só na sopinha, né Keith?
9. Thom Yorke: Se alguém quiser apostar uma garrafa(Souza vai querer!) por um factóide do Radiohead, esteja preparado para aumentar o pingo para um engradado inteiro: o nome do álbum Bends, de 95 (inclinações, em inglês), foi inspirado na dentadura torta do Thom York.
8. Paul Wall: Quem é Paul Wall? O mais novo vilão de James Bond? Não, na verdade Wall é um rapper e joalheiro da cidade texana de Houston, mais conhecido por forrar sua boca com ouro. Se no Brasil andar na rua de celular e iPod é convite para assaltantes, aqui esse cara não pode nem abrir a boca.Nem deve!
7. Madonna: essa eu não concordo...apenas uma charmosa aberturinha..deixa passar vai...
Talvez ela esteja muitíssimo ocupada com sua nova carreira de cineasta.
6. Jewel: A maioria das pessoas dessa lista tem uma boa desculpa para ter dentes tão zoados: seja os anos de droga pesada ou simplesmente o fato de nascerem na Inglaterra. Mas Jewel é mórmon e escreve letras delicadas para garotas de 14 anos. Como é que fica? Se Chico Buarque, com sua voz de taquara rachada, faz um sucesso danado em "Quixeramobiiiiiiiiim", esse dentão torto e jeito de menina "forrrrmosa" deve ser sensação em Itaboraí...
5. Trick Daddy: O rapper Trick Daddy na balada:"E aí sua vagaba, sabe como eu consegui essa boquinha aqui?""Você não escovou os dentes por um ano e acumulou tártaro até ficar assim.""Isso não é tártaro, gata, é ouro." Putz, Felipe...passa a régua...
4. Mick Jones: Precisa falar a inspiração para Mike Powers?
3. David Bowie: Antes ele tinha dentes horríveis e vivia na Inglaterra. Hoje, ele fincou raízes nos Estados Unidos e exibe uma arcada brilhante como pérola. Nos anos 70, de Mick Jagger a Lou Reed, passando por Iggy Pop e Freddie Mercury, Bowie traçou todos e era a bi mais orgiástica da Terra da Rainha. Agora é casado e tem um filho com a supermodelo Iman. Qual o nome disso? Extreme Makeover?!
2. Amy Winehouse: Sabe como ela perdeu o canino? Tentando morder um cubo de gelo. Boa, garota, boa. Amy...não pode deixar você sozinha não!
1. Shane McGowan: Alguém que fica melhor sem seus dentes é quem deve estar no topo da lista. Após tantos anos de abuso de álcool e "unas cositas más", Shane McGowan, líder da banda de rock celta Pogues, nos faz imaginar o estado atual de Sid Vicious, se ele estivesse vivo. Não só os dentes foram prejudicados com seus hábitos "exemplares", mas seu cérebro também: na Inglaterra é conhecido como "O Homem que nunca está sóbrio", ou como o "Ozzie Osbourne inglês" - praticamente um paciente de Alzheimer, já perdeu a capacidade da fala. Bem antes dos 60 anos.
esses caras me fazem lembrar aquele personagem: "O nêga dificir...tchan!"
Depois disso tudo é melhor ir ao banheiro, escovar os dentes, usar enxaguatório bucal, fio dental e se cuidar!

sábado, 16 de agosto de 2008

PANACEA MUSICALIS - A música escrita no blog do Maldita...


LUGARES INCOMUNS
por Ricardo André

Nada de estranho em haver, numa cidade portuária como a New Orleans, LA, do final do século XIX, um bairro destinado à prostituição. Em algum dos mais de trinta quarteirões de Storyville (foto) a música, além do sexo, era presença garantida. Os inúmeros prostíbulos tinham sempre um piano pra animar os fregueses e o revezamento dos músicos fez florescer os ritmos que resultaram daquela mistura de experiências.

Geograficamente privilegiada (às margens do Rio Mississipi), New Orleans, catalisou a influência de instrumentistas que chegavam de todas as partes: Mississipi, Texas, meio-oeste, costa leste e até Califórnia. Esse caldeirão cultural credenciou à cidade o título de berço do Jazz, ainda mais considerando que Louis Armstrong - um de seus seminais expoentes - nasceu do ventre de uma das prostitutas que alegravam a noite de Storyville.

O bairro foi “lacrado” em 1917 em razão do aumento da criminalidade no local, servindo seu fechamento também para dar o exemplo à América que enfrentava a Primeira Grande Guerra. Sem espaço para tocar, os caras que ali ganhavam a vida subiram o Mississipi.

A industrializada Chicago, por onde passa imensa parte da maior malha ferroviária do mundo, foi o destino de muitos dos músicos vindos do Sul em busca de oportunidades. Repleta de cabarés e boates, as casas eram animadas pela música de artistas que acabaram por incrementar o consumo ilegal das bebidas alcoólicas, para alegria dos contrabandistas, que assim lucraram com a Lei Seca dos anos 20.

Mas foi em Nova York que se concentrou a indústria do entretenimento nos EUA. E para lá rumaram os artífices do que seria reconhecida como a música popular americana, em grande parte concebida pelos negros de New Orleans.

Especificamente em Tin Pan Alley - um trecho da Broadway onde se situavam as principais editoras musicais – se produzia, gravava e vendia a música daqueles que antes animavam os antros de Storyville e de Chicago. A música parida no “Beco da Panela de Lata” foi notável tanto do ponto de vista comercial como da própria cultura americana, com algumas gravações alcançando a casa dos milhões de cópias vendidas.

Claro que a música acolhida pelo mercado não tratava das dificuldades vividas pos vários de seus artífices. Os temas rentáveis cantavam um falso estado de coisas; uma América de paz, harmonia e prosperidade – ideal para os consumidores esquecerem de seus problemas pessoais. Ótimo para os empresários, bom para os músicos, estes mais preocupados em se alimentar e aqueles em enriquecer.

Em contraste com as letras que se traduziam em cifras, o clima em Tin Pan Alley não era muito dissonante dos bordéis de New Orleans e das enfumaçadas dance houses da Chicago de Al Capone.

Pela letra do blues “Tin Pan Alley”, escrita pelo editor musical Bob Gedding, gravada originalmente em Maio de 1953 e imortalizada pela guitarra de Stevie Ray Vaughan (and Double Trouble) dá pra ter uma noção do que rolava (não muito) longe dos gravadores dos predinhos da West 28th Street, entre Broadway e a Quinta Avenida. Vale a pena conferir a versão de estúdio, do álbum Couldn´t Stand the Weather e a - rica e intensa - versão ao vivo, do álbum In the Beginning. Embora este tenha sido lançado em 1992, traz um show de 1980 (em Austin, Texas), antes mesmo de Vaughan gravar seu primeiro disco, Texas Flood (em 1983). Indispensável.

Pois é. O tempo se encarregou de mostrar que os lugares mais inóspitos e marginais, injustamente tidos como sinônimo de esterilidade cultural, em verdade serviram de terreno fértil à formação de muito daquilo que hoje nos chega aos ouvidos. Seus recônditos bares acolheram instrumentistas das mais variadas origens, formações e influências.

Não há exagero em dizer que, do underground ao mainstream, devemos tudo à “vida bandida” daqueles que apontaram os holofotes da história para esses bairros malditos, valendo-se apenas da transcendência inspirada de seus instrumentos mágicos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Sobre...

Para explicar a vocês, incautos leitores...Sobre... é uma vertente do MFC, na figura de seu âncora, Leandro Carvalho, visando um texto mais literário, crônico e até mais poético. Uma visão um tanto quanto diferenciada e particular do cronista sobre os mais diversos assuntos. Em sua grande maioria produzidos entre os anos de 2002 à 2005, por ocasião da faculdade. Eram publicados no primeiro jornal virtual de Niterói, o Nitcult, sob o pseudônimo de "O pensador". Periodicamente estaremos publicando nesse espaço democrático do Maldita FC!
Sobre...
"O Eclipse da lua, o brilho de uma estrela e Maradona" (LeandroCarvalho)

Fotos:Agência Reutters Charge:zeoliveira.blogs.sapo.pt

Há tempos atrás o céu foi o cenário de uma cena incomum, de beleza rara. O eclipse da lua, fato cientificamente explicado, porém, quanto mais dissecado maior a impressão do quão bela é a natureza e o seu poder infinito. Nesse mesmo dia, poetas descreviam em suas linhas, belos versos em rima e prosa, embalados pelo cenário incomum. Pessoas normais festejam junto a entes queridos, o presenciar do fato, como testemunhas oculares do fenômeno. Músicos compunham inspirados e casais se beijavam apaixonados, sob o efeito do eclipse lunar.
Dentro do céu em noites estreladas podemos prevêr o sol do dia seguinte. O brilho de uma estrela tem um tempo certo e nesse momento, como ela reluz! E que beleza, quanta intensidade! Nas últimas décadas fomos testemunhas do brilho fullgás de uma estrela que reluzia mais do que muitas constelações juntas. Seu nome; Diego Armando Maradona. Não era um brilho comum, evocava multidões, despertava paixões, enlouquecia aos seus marcadores e também aos seus torcedores, em particular napolitanos e argentinos. Foram décadas de sonhos que de tão encantados nos fazem não acreditar no que é real. Ou melhor, confundir o sonho com a realidade.
Mas, acontece que a realidade é dura, o tempo nos traz a sabedoria e os efeitos do que fizemos. E Maradona não soube fugir de seu marcador mais implacável, e era uma droga, a cocaína. E ela é violenta. Machuca, maltrata , mata. A estrela já não brilha, a lua está completamente escura. A arrogância e a vaidade ofuscam o astro.A droga corroí, corrompe, massacra e não mascara a realidade. Ela se apresenta ali, nua e crua. E maltrata quem dela faz o uso. Tal qual uma estrela se apaga, o “dez” não mais brilha. Tristeza sem fim. Nessa partida não há vencedores, nem vencidos. Todos nós perdemos, e de goleada!!!

Quem me deixou sozinho?


Pois é galera, eu, Felipe Souza, torcedor lunático e apaixonado pelo clube da Estrela Solitária venho pedir desculpas ao dirigente Ricardo Rotenberg e ao nosso "grande-técnico-fodão-gênio" Ney Franco. Isso porque na chegada do Ney, critiquei não só o dirigente pela sua contratação, mas como também duvidei sobre o potencial do nosso técnico, pois não acreditei na sua capacidade de administrar egos. Então vamos por partes: pra começo de história quem bancou a vinda do Ney Franco foi o Montenegro, nosso eterno presidente, portanto, o Roten (intimidade é isso, né amigão!). Segundo que o Ney está fazendo um ótimo trabalho no comando do Glorioso, eu particularmente não acreditava, hoje o time tem um padrão tático (nem sei o que é, mas sei que tem), cada jogador joga no seu "quadrado" e vejo vontade de vencer, basta observarmos que o Lúcio Flávio da até carrinho! Até porque jogadores como Túlio, Zé Carlos, Lúcio Flávio, entre outros, são craques e eu sempre disse isso no nosso tosco programa. Pois bem, Ney Franco foi uma grata surpresa para a torcida alvinegra, se o time continuar no ritmo podemos sonhar em libertadores e porque nao no título?
Cabe agora a gloriosa torcida alvinegra abraçar o time, lotar nosso belíssimo estádio, tanto no brasileirão quanto na sulamericana e fazer do ano de 2008 muito melhor do que o anterior, se bem que ver o Florminense perder a final da libertadores para LDU e ver o máscara do Dadó sendo um mero coadjuvante no laranjal já me anima bastante...
Ontem detonamos nosso eterno freguês, os Frangos mineiros, pelo jogo de ida da copa sulamerica e domingo pegaremos a Galinha Preta do frevo, pela Brazil League 08. Mais três pontos na conta do gênio Ney Franco, do maestro Lúcio Flávio e do ídolo Rotenberg. Ah, e antes que eu me esqueça, desce mais um chope que hoje ainda é sexta.

Saudações Alvinegras.

Que saudades do PAN






Que saudades do PAN

Por falta de verba não mandamos ninguém para China, mas estamos acompanhando tudo, em pé sem cair e deitado sem dormir. Tirando nosso amigo, seu Min Chu Pam (foto) que está rindo à toa, nós brasileiros ainda não temos o que festejar. O único destaque até agora foi a boa atuação de César Cielo que não é o queridinho da mídia como Thiago Pereira, que até agora não disse a que veio. O turismo na China continua. O judô só disputou o bronze, no iatismo Scheidt começou mal, o basquete e o handball prefiro nem comentar, e até a temida seleção de Bernardinho tem mostrado cansaço. O que, por enquanto, nos resta é torcer pelo futebol, pelo vôlei de quadra ou de praia. Pena que as medalhas não são registradas por número de atletas vencedores, pois só assim o Brasil teria chance de alcançar no quadro de medalhas os "fortes" adversários como o Vietnã, Uzbequistão, Zimbábue e por aí vai.

Um forte abraço por trás e até o próximo panorama olímpico.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Parabéns Big Head!


Caraca hoje é aniversário do "produtor" do MFC, Judson Monteiro. E, como pra ele tudo é festa, um dos solteirões do Maldita recebe as reverências de toda a equipe. Valeu garotão!Muitos anos de vida. Na foto, o camarada Judson em outra comemoração. A do níver do Charles Madeira, o comentarista do Vasco, sexta feira no AFASE-SG. E o detalhe revelador: o brinde no copinho do Vasco, com o âncora Leandro Carvalho. E nessa quinta, o chopinho fica por conta do cabeçudo tricolor dos bastidores do programa.Boa garoto, boa!

È o Maldita!




Foto:Felipe Souza Logo by Alberto Nascimento


Galera... o camarada na foto acima é o âncora, que sempre tá na boa,tá na área... No detalhe: o Maraca!he he he...
Mas, aqui vai uma institucional, sabe como é né, o patrão pediu, e "nóis obedece, é craro".Sexta-feira tem coluna em "O Fluminense". È só ir na primeira banca de jornal e zapt, bota um realzinho, e traz para casa as noticias malucas da coluna MFC.Vítor Costa e seu óbvio ululante?, Felipe Souza com Isso é Maldita!, o briefing louco de Leandro Carvalho, Charles Madeira e o "Apinto na boca", a charge alucinante de Alberto, o Giro Maldito desses loucos e ensandecidos comentaristas, as previsões do candango míope Missiê Trop e as bizarrices da fama perdida. Tudo muito louco e visionáriamente legal. Quem for de fora do RJ e quiser ver a coluna da semana passada, o link é esse:http://www.ofluminense.com.br/noticias/169900.asp?pStrLink=16,406,0,169900

Mais uma vez, obrigado por acessar o nosso blog. Dê sugestões para a gente pelo e-mail:malditafutebolclube@ofluminense.com.br. Mas, também temos o site: http://www.malditafutebolclube.com.br/. Onde você visualiza o perfil dos participantes bem zoados, o que é o projeto de nosso programa e escuta as edições anteriores que rolaram. Lembrando: são duas horas de muito rock and roll, futebol e bom humor. Imperdível!

E a comunidade no orkut: MALDITA FUTEBOL CLUBE (106 membros), onde você também contribui com seus votos nas enquetes,deixa sua opinião no fórum e acaba dando uma espiadinha, meio BBB,e vai olhando quem é a galera bonita que participa e que é fã de nosso programa. Enfim, conhecendo um pouco mais da gente, ok? Tá esperando o que? Clica aí e vai lá...



terça-feira, 12 de agosto de 2008

Atazanando a gringalhada


Com a licença da colega Lívia, blogueira de http://blogsport-com.blogspot.com/ e baseado no seu post, resolvi entrar nessa onda. Só de zoeira, peço aos amigos um click no link do olé:http://www.ole.clarin.com/. Este è um diário argentino que gosta de tirar uma onda com os brasileiros e colocou uma enquete sobre quem leva a olímpiada, eu já votei lá. E cravei Brasil, mesmo não sabendo se vai ganhar. Só pra baixar a marra de los hermanos. Quando eu entrei no site do olé, a votação lá estava descrita assim:
JUEGOS OLIMPICOS - FUTBOL¿Quién ganará la medalla de oro?
Argentina(107529)53.0%
Brasil(82326)40.6%
Italia(3904)1.9%
Holanda(4328)2.1%
Otro(4854)2.4%

Anda, clica lá e vota!!!Lívia, adorei a idéia...rs...

Morais nunca mais!

Foto: Lancenet!









Existem jogadores que são como políticos, vivem de eternas promessas. Outros, tem um brilhareco aqui outro ali e se firmam meio que à meia bomba. E alguns que se acham os tais e vivem de aparências. O Morais não se definiu ainda. È uma eterna promessa, faz um brilhareco de vez em quando(principalmente em jogos medíocres) e acha que é o rei da cocada preta. Já saiu do Vasco uma vez pela porta dos fundos e voltou. Agora sairá de novo pela contramão. Não vem jogando nada há muito tempo. Desde o estadual, sob o comando de Alfredo Sampaio. Some em jogos decisivos. Alguém se lembra de um gol ou uma grande partida, ou quem sabe uma grande jogada dele em clássicos? Duvido! Nos jogos em que tem que chamar o jogo para si, ele some. O cara tem qualidades? Até tem...é habilidoso, ambidestro, chuta bem, tem bom preparo fisíco, é rápido e diferenciado, um pouco acima da média. Mas, tudo isso quando joga. O problema é que em 80% das vezes ele não joga. Aceita marcação passivo, some das partidas e depois coloca sempre a culpa no treinador. Foi assim na primeira passagem pelo Vasco, no Atlético-PR, e agora com Lopes. Poderá brilhar o craque"vagalume"?Talvez! Poderá crescer o craque "Peter Pan"? Acho mais difícil, porque um cara na idade dele já tem a personalidade formada e ele é introspectivo e sem gana. Sua garra se limita a jogos fáceis. Nem sua vertente vascaína, o fato de torcer para o clube, ameniza sua situação no Vasco. Uma pena porque foi uma aposta que o clube investiu muito e não está dando certo. Seu medo da torcida é ridículo. Que ele seja feliz em outro clube, em outra cidade, em outro país, em outro continente, em outro planeta! Chega, o Vasco precisa de jogadores com personalidade, sem medo. Com categoria e habilidade sim, mas de que adianta se nunca sabe usar a seu favor? Se é por falta de adeus Manoel de Morais Amorim, bye-bye, ciao, tchau, inté, até mais ver, some de minha frente, desaparece daqui, vai embora, passa reto, xispa fora...

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Futebol...ops...mulher e rock and roll

No detalhe da foto, o símbolo do espírito do MFC: tudo na paz, com muita união. Rivalidade sim, violência não. A esquerda, o flamenguista da mesa, Thiago Bastos tendo ao seu lado, Charles Madeira, o vascaíno da Rádio Flu 540 AM. Foto: Leandro Carvalho
Nunca é demais lembrar aos incautos amigos deste blog, que hoje, segunda-feira, é dia de Maldita Futebol Clube, na Rádio Fluminense AM 540. Tudo á partir das 21 hs, com a diversão se estendendo até ás 23 hs. Teremos o Felipe Souza, contente com a vitória do Fogão, o Thiago novamente feliz com a recuperação do Urubu, a aflição de Vítor Costa com seu Fluminense, o ar irrequieto de Charles Madeira com as lambanças de seu Vasco da Gama e o Alberto Nascimento com as últimas da olímpiada, direto de Pequim. Além disso , uma programação musical de primeira,muitos convidados e prêmios. Convites, cds, sorteios e muito mais. Tudo isso sob a supervisão e ancoragem de Leandro Carvalho, que sempre tá na boa, tá na área. Não percam, interajam conosco, votando no craque xuxu-beleza:Obina, o "craque que identifica a sua chamada"Valdir bigode, Taílson ou Magno Alves. Liguem para o telefone:2125-3090 e participem ao vivo com a gente. È o MFC agitando a galera!

domingo, 10 de agosto de 2008

Parabéns!!!


Hoje vai ter uma festa, bolo guaraná muito doce pra vc...é o seu aniversário. Vamos festejar e os amigos receber...

Parabéns Charles "trintão" Madeira, vascaíno de quatro costados. A rapaziada do MFC tá junto contigo. Aliás, ontem fomos muito bem recebidos pela família "Madeira", que tem dois banguenses, dois botafoguenses e dois vascaínos(Charles e a esposa). Uma festa típica de um aninho, com chapeú de vasco, bolo de vasco, sacola surpresa e tudo. Valeu garoto!

PANACEA MUSICALIS - A música escrita no blog do Maldita...



AS ASAS DA LIBERDADE
por Ricardo André

Won't you help to sing these songs of freedom? 'Cause all i ever have: redemption songs”. Os preciosos versos de Robert Nesta Marley tratam da música como forma de aliviar a dor de ser arrancado a fórceps de sua África natal e distribuído ao novo mundo reduzido à condição de ferramenta, escravo.

A América do Norte foi o destino dos negros oriundos de regiões situadas ao norte da África - hoje Senegal, Congo e Gana, entre outros - enquanto a "nós" da America Latina couberam os negros vindos de regiões mais ao sul do continente africano, onde hoje situam-se países como Moçambique e Angola. Toda a mão-de-obra escrava, já em suas terras de origem, usava a música como forma de transmissão oral de sua tradição cultural e, agora, na condição de escravos, sua musicalidade convertida em “peças de resistência” aliviava o espírito do exaustivo trabalho, como as work songs cantadas em uníssono por escravos nas condições ilustradas pela imagem acima.

Curioso é que a rigidez da colonização protestante britânica proibia os escravos da utilização de instrumentos de percussão e sopro, temendo que pudessem (e poderiam!) ser usados como forma de arregimentação, acabando por oxigenar indesejáveis rebeliões. Já a colonização católica latina não proibira a batucada dos escravos, desde que o fizessem reservadamente. Isso, aliado a outros fatores, fez com que lá em cima se difundissem mais os instrumentos de corda, dando origem, por exemplo, ao blues, semente do rock and roll. Cá em baixo, essa gente bronzeada mostra seu valor com ritmos cuja espinha dorsal é formada por instrumentos de percussão: o samba, o mambo, a rumba, a salsa, etc...

De lá pra cá, muitas coisas mudaram (o curso do tempo diluiu as proibições verticais, permitindo a gradual fusão das multifárias influências rítmicas), outras nem tanto (como reconhecera M. Yuka: “todo camburão tem um pouco de navio negreiro”). Mas - assim como o todo é mais do que a soma de suas partes - a música não é meramente a junção seqüencial e harmônica de diversas notas musicais. É, e sempre será, sobretudo, uma das mais inatas e inexpugnáveis formas de expressão da liberdade.

Como o blog é uma ferramenta muda, nesta coluna - periódica na medida do possível - a "primeira arte" será apenas lida. É o quinhão musical do blog do MFC. Contudo, espero que, ao final de cada tempo perdido aqui, dê aquela vontade de cumprir o velho ritual: botar o disquinho na bandeja, apertar o play e aumentar o volume.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Missiê Trop - puro e simples


No mundo sem fronteiras de Missiê Trop, brincando de Speed Racer...ele foi seco como um galho... e disse Urubuzada 2 x 3 Patético -PR... Fru-fru 1 x 1 Ipacatinga, Franguinha Preta baiana 4 x 2 bacalhau a lá Tita, e Porco 3 x 0 Cachorro. E só...e quem quiser ver como ele tava de mau humor ontem e previu tudo diferente vai em http://www.ofluminense.com.br/ clica em colunistas:malditafutebolclube e confere. Agora deixa eu sair daqui que ele quer brincar de autorama, é mole?
Receita da Semana

Receita de Bacalhau: Rabo de Bacalhau Fresco Recheado
Um dos integrantes do MFC, em pescaria com
seu amigo Jorge, que na foto diz " Bota em você dói?"


Esta receita vai especialmente para vascaínos e tricolores que gostam de praticar culinária e outras pederastias que prefiro não comentar. Bom apetite.


Receita de Bacalhau: Rabo de Bacalhau Fresco Recheado

Ingredientes

Rabo de bacalhau de 1,5 kg inteiro
250 gr de gambas descascadas
2 colheres de sopa de salsa picada
1 fatia de miolo de pão demolhado em leite
1 ovo
Sal

Modo de Preparo

Escamar o peixe, abri-lo ao meio e retirar-lhe a espinha. Cortar a cebola finamente e levá-la ao fogo em duas colheres de azeite. Retirá-la do fogo, juntar as gambas e a salsa, a fatia de pão esmagada e o ovo batido. Misturar tudo e temperar com sal. Colocar o rabo de bacalhau aberto ao meio numa superfície plana e distribuir o refogado sobre ele. Fechar e cozer bem as bordas. Colocar num tabuleiro de ir ao forno, regar com as 3 colheres de azeite, temperar com sal e levar ao forno previamente aquecido durante 20 minutos. Servir com tomates assados.

Rendimento

6 Porções


Alberto Nascimento é comentarista do MFC e cozinheiro de barraca de Festa Agostina.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Coluna semanal MFC


È o Maldita arrebentando.Acessando o link abaixo, você poderá ler a coluna da semana passada do MFC. Publicada toda sexta, na editoria de esportes de "O Fluminense", jornal estadual que circula no RJ.http://www.ofluminense.com.br/noticias/168839.asp?pStrLink=16,406,0,168839


Amanhã, vá até a banca mais próxima e prestigie o Maldita Futebol Clube. Peça seu "O Fluminense" e leia o texto mais envolvente e bem humorado da crônica esportiva brasileira. Colunistas abalizados, como Felipe Souza, estraçalhando o rock and roll, em Isso é Maldita! e, em contato direto com o visionário e lunático candango, o Missiê Trop, passando as suas previsões. A escrita eloqüente e coerente do Professor Vítor Costa no Òbvio Ululante? A sagacidade de Charles Madeira no "Apinto na Boca". Tudo isso com o briefing inicial deste que vos escreve, Leandro Carvalho. Tem também o Giro Maldita, o Caçadores da Fama Perdida, o Sabe Nada, o Tá na boa. E a charge sensacional do Alberto, que você só vê ao comprar pela bagatela de R$1,00, em "O Fluminense" na banca mais próxima. ACESSEM TAMBÉM O NOSSO SITE : www.malditafutebolclube.com.br , E VEJAM OS PERFIS ZOADOS DE TODOS DA FAMÍLIA MFC.
Galera, a gente faz tudo por amor e com muito sacrifício. Essa coluna é dedicada a todos os nossos familiares e amigos que nos aturam nas horas dificeís e sabem de nosso esforço. OBRIGADO. BEIJO DO ÂNCORA EM TODOS(AS).

Perfeito!! Você esta plugado no Maldita Futebol Clube...Tá na boa, tá na área!!

Esse é um blog feito para rapaziada que curte um rock and roll, é aficcionada por seu time e ama rádio. Se você era fã do Maldita Futebol Clube está no lugar certo. Se você ainda não é fã, a hora é essa: Impasse Livre! Diariamente você nos acha por aqui. È muito bom ter a sua presença conosco. Critique, e participe, pois sua opinião é muito importante. Esse é o espírito do ILFC: Democracia, humor, irreverência. Informação com paixão! Mande e-mails para: impasselivre@yahoo.com.br.
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